Por Lucien Vieira | 22 de fevereiro de 2026
(O cerne da questão)
Seria desproblemar os pseudosproblemas
que de fato engrenam a paranoia (in)social
— em temas —
e afetam diretamente a mente,
que mente,
ao vizinho e ao próprio sujeito doente,
que é, aliás, o porão
do (des)nível da razão?
(Porque)
O espaço-tempo constrói
inumeráveis querências...
(sugere senhores e serviçais.)
o soberano é sabido:
sobrepõe-se ao curto em compreender,
que, inconcluso, é brinquedo —
presta-lhe reverências.
(Se)
O porquê é fato;
o livre-arbítrio, tão discutido,
seria vão?
Curtos da razão — aqueles e estes —
seriam o cerne da questão?
Teoristas desse labirinto
de superficialidades modernistas,
doutores algoritmistas,
embelezam, enriquecem, curam...
mas, tanto o são, concomitantemente,
predadores genéricos da ser-humanidade.
(Futuro)
Enxergue-se:
o diagnóstico revela-se
em nítidas mensagens;
não há, no horizonte,
amostras vivas de outras paisagens.
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Autor:
Lucien Vieira (
Offline) - Publicado: 13 de outubro de 2026 06:38
- Comentário do autor sobre o poema: Poema filosófico-reflexivo de crítica social. O tom é crítico, questionador e pessimista, com a finalidade de provocar reflexão sobre a sociedade contemporânea e seus efeitos sobre a ser-humanidade. utiliza a reflexão filosófica para questionar a sociedade, suas hierarquias e os riscos de subordinar a humanidade aos sistemas que ela própria constrói.\r\n\r\n
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

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