Folha verde,
nervuras e seiva.
Vieste das fendas
do negro da rocha.
Asfixiada em outras.
Tu que pedes, baixinho:
— Soltem-me, quero ir!
Espera pelo Outono,
e vai!
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Autor:
ondavida amar (
Offline) - Publicado: 13 de outubro de 2026 06:16
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Pedro Viegas

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