(A noite segura
o que restou dos dias de sol.
Acomoda em todo lugar
o acaso de encontros furtivos
regados a comprimidos de potência
e carreiras de neve.)
Relatos de um "europeu",
bêbado, como todas as noites.
Repete de forma contínua,
como verdade irrevogável
o que aprendeu com seus pais.
(eu) Como o conteúdo
da lata de conserva
saído da prateleira de 1964.
É hora de fechar o bar.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 10 de outubro de 2026 18:49
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Pedro Viegas

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