Na primeira vez não morri por um triz
Na segunda a morte errou de endereço
Na terceira fui eu que me escondi
Na quarta ela ficou presa no trânsito
Na quinta era o feriado de finados
Na sexta a morte se esqueceu de mim
Mas da sétima vez não escapo
Pois minha esposa vive me dizendo
Que para ela eu sou sempre um gato
-
Autor:
joaquim cesario de mello (
Offline) - Publicado: 9 de outubro de 2026 07:25
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.