Mais as máscaras não caem,
Quando ninguém olha mais
Na verdade elas caem quando
Tem alguém por perto
Eu te amei por perto
Você por um instante
A diferença é
Realmente significante para mim
E insignificante pra ti
Raramente lembrada por ti
Eternizada por mim
Mas a saudade não aperta
Dos dois lados
Na verdade ela aperta
Na carência de uma conversa
No fechar da porta
No esquentar da coberta
Eu te amei por completo
Você iniciou
Eu trouxe a dor
E você engoliu
Mas as máscaras não caem
Quando ninguém olha mais
Na verdade elas estão sempre caindo
Eu que escolhi
Não olhar para trás
Hoje eu talvez não te ame mais
A diferença é realmente sincera
Hoje talvez você me ame
Mais a força da paixão
Não some
Ela soma
Raramente emendada a ti
Eternizada em você
-
Autor:
Giovana (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 7 de outubro de 2026 09:39
- Comentário do autor sobre o poema: O fatídico momento de quando a gente percebe que a pessoa que amamos, utiliza-se de uma máscara, e faz dela, sua arma para dominar o outro. Na circunstância que uma parte se vai, e a outra fica, a saudade só atinge a " menina ". E a gente tenta utilizar desta mesma máscara para enganar o vazio que fica, mas na verdade, a saudade aperta todos os dias.
- Categoria: Amor
- Visualizações: 8
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: poeticamente, giovana.

Offline)
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