Lá vamos tão cercados de certezas
De gente tão perdida quanto nós
Fingindo segurança, impondo a voz
Sem nunca ter coragem de uma empresa...
Na foto, vinhos caros sobre a mesa
De herança recebida dos avós:
Empáfia é o submundo do feroz
Que rouba o pirulito de uma presa...
A vida que não vem com instruções
Sorri da gente e à dor que não se posta
E lava à noite a fronha e travesseiro:
O espelho não vomita as soluções;
O grito é o eco seco sem resposta...
Ao menos vai o engano...verdadeiro.
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Autor:
Fábio Marinho (
Offline) - Publicado: 7 de outubro de 2026 09:19
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Pedro Viegas, Michel F.M.

Offline)
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