Gotejar de chuva lá fora, e nada.
A luz da lâmpada em meu rosto, e nada.
Sinto minha respiração calma, e nada.
Penso no presente, passado e futuro, e nada.
Não sinto mais as minhas pernas, e nada.
Meu mógno escuro como a noite lá fora, e nada.
Penso em tudo que há na terra, e nada.
Como esse nada, consegue preencher tanto espaço?...
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Autor:
Cléber Rodrigues Ramos (
Offline) - Publicado: 6 de outubro de 2026 22:49
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

Offline)
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