Nas mãos do santo, o milagre desponta, Protetor dos humildes, de imensa bondade. Num gesto singelo que a nossa fé conta, Pequeno pãozinho, sinal de caridade.
Abençoado no altar de Antônio, Não é feito apenas de trigo e calor. É a promessa divina no nosso celeiro, Sustento da vida, amassado com amor.
Guardado com zelo na lata de grãos, Na farinha, no trigo ou no pote de arroz, Traz o mistério de outrora nas mãos: Que a fome não chegue a nenhum de nós.
Quem guarda o pãozinho partilha a esperança, Lembrando que a vida é um dom de doação. Onde a fé se semeia, a graça sempre alcança, E a paz faz morada no nosso coração.
Ó Santo querido dos nossos rincões, Que nunca nos falte a luz e o labor. Que o pão repartido em nossas mansões, Seja o eterno milagre do teu santo amor.
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Autor:
Poesia Abandonada (
Offline) - Publicado: 6 de outubro de 2026 20:52
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2

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