Convictura
Da cria espiríta que nasce teu brilho,
morre a alma consciente que lhe cresce,
permanece e esvanesce-te
Do ardor de vocábulos emerge a
esperança genuína de isentar-se
da mais forte fatalidade
criada da tua espécie
e falece suas desejadas preces
O espetáculo do teu reflexo
já não é mais singelo:
é adverso, perverso,
pérfido, fallere
De ti surges a chance ascendente
de que lograria ser diferente
A introspicere é aterradora
Porque ya desconoce em qué confidere
Não há limes que separan
Eadem est
En cualquier lugar
Em qualquer linguam spectes.
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Autor:
Lilyth (
Offline) - Publicado: 5 de outubro de 2026 11:26
- Comentário do autor sobre o poema: Poesia lírica filosófico-existencial, de caráter hermético, marcada pela psicologia junguiana e pela reflexão sobre identidade e universalidade humana. Construída em cima de uma linguagem simbólica, instrospectiva e abstrata, com uso intencional de outros idiomas como o espanhol e latim.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

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