Genocidas, ladrões e estupradores
Ditam o certo e o errado
Hoje o bandido é quem distribui o pouco que tem aos demais fudidos
É quem luta pelo direito de existir e sentir
Um povo marginalizado
Sofre horrores
Os oprimidos cansados de lutar contra, tornam-se aliados de seus opressores
Os poucos loucos que não se vendem
Não se rendem
São aos montes massacrados
-
Autor:
KByte (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de outubro de 2026 05:33
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: A qualquer hora.

Offline)
Comentários1
Permita-me compartilhar, um poema contigo, que converge com tua reflexão.
-
Janela para o Esgoto
Apareciam diferentes feições,
Algumas assustadoras
Outras ainda mais.
Tinha um nome de guerra
Debaixo da cada cara
E ao lado do nome
Um número.
Diferentes números
Para serem escolhidos,
Escolhidos e digitados
No dia da votação.
Era esperança de um
Futuro melhor, a boa e
Gasta ilusão que nunca morre.
Mesmo sabendo o que havia
Acontecido no passado
E o que estava acontecendo
No presente.
Mesmo sabendo
Que as coisas nunca mudam
E que não existe nenhum
Futuro para os indigentes.
Mesmo sabendo que
A democracia burguesa
Jamais mudaria alguma coisa.
[Michel F.M.]
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.