A maré empurra o dia.
entre relógios, vida, rotinas
e conversas vãs.
Finco estacas
em barreiras que a fluidez
ainda não decidiu levar.
Compras, compromissos, contratos —
barco que encalha
onde o rio esqueceu de passar.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 4 de outubro de 2026 11:32
- Categoria: SociopolÃtico
- Visualizações: 16
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., ely

Offline)
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