Ser? O que há de ser se já não há de ser.
O que é ser se não é ser?
O que ser é se não é ser?
O que é ser?
O que eres tu?
O que o ser é? O que é si se ser não é?
O que será se não definir?
O que é sem?
O que será? O que é?
Aquilo que desdobra.
Não acaba. Volta.
Repete. Volta.
Inverte. Volta.
Subverte. Volta.
Logo, revoluciona.
Nascente; Crescente; Consequente.
Questiona, latente.
Perde. Volta.
Tira. Retira.
Pensa. Despensa.
Muda. Volta. Reflete.
É? O que é?
O que foi? O que há?
O que ser? Ser?
Ciclo.
Eviterno.
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Autor:
Lilyth (
Offline) - Publicado: 4 de outubro de 2026 11:28
- Comentário do autor sobre o poema: A hostil e tentadora intelectualidade. Nebulosa barulhenta e destrutiva, perversa e sedutora que te conduz à um completo abismo de questionamentos e devaneios, que te tortura e te salva, que te aprisiona e te liberta de si. Poema desconstruído que define a capacidade de raciocínio humano, o ciclo eterno.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 3

Offline)
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