Asfixiei me com a sua indiferença.
Sentindo me um trapo super para baixo.
Segurando as lagrimas para não chorar.
Mas o que mais doeu no ego.
Foi o dedo em riste apontando na minha cara a porta de serventia da rua.
Sem nem que fosse preciso dizer.
Peguei todos os meus trates com mochila as costas.
Foi quando pela ultima vez olhei para você.
E deu para notar, que os seus olhos que antes injetava raiva e sangue.
Agora era como se fosse uma ovelhinha pulando num pasto repleto de capim.
E estava tão absorto no meu sonho que até me assustei quando gritaste.
Dentrooooooooo.
Que me soou aos ouvidos bem melhor que Foraaaaaaaaaa.
Sr. Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 4 de outubro de 2026 05:57
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Michel F.M., Queiroz Francisco

Offline)
Comentários1
Eita que a coisa foi feia, que bom que terminou bem...
Abraço meu amigo, ficou muito bom teu poema!
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