Fora...

Apegaua



Asfixiei me com a sua indiferença.

Sentindo me um trapo super para baixo.

Segurando as lagrimas para não chorar.

Mas o que mais doeu no ego.

Foi o dedo em riste apontando na minha cara a porta de serventia da rua.

Sem nem que fosse preciso dizer.

Peguei todos os meus trates com mochila as costas.

Foi quando pela ultima vez olhei para você.

E deu para notar, que os seus olhos que antes injetava raiva e sangue.

Agora era como se fosse uma ovelhinha pulando num pasto repleto de capim. 

E estava tão absorto no meu sonho que até me assustei quando gritaste.

Dentrooooooooo.

Que me soou aos ouvidos bem melhor que Foraaaaaaaaaa.

Sr. Apegaua

Comentários +

Comentários1

  • Queiroz Francisco

    Eita que a coisa foi feia, que bom que terminou bem...

    Abraço meu amigo, ficou muito bom teu poema!

    • Apegaua

      As vezes, com esses seus comentários, empertigo o nariz, levanto a cabeça e ando por ai como se fosse mesmo o poeta.
      Mas ao olhar para minha barriga e ver o meu umbigo, o faz de conta desaparece e volto a minha vidinha de sempre.
      Um grande de um babaca, fritador de sardinhas para gato, que tem horror até de molhar os pês.
      Apegaua



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