Névoa insistente: Uma alma imprudente
Estátua de uma vida par, antes solitária e sozinha se fez
Guiei-me pelas veredas justas, até um certo ponto
Qual foi meu erro ao caminhar? Onde bati minha cara e não estabilizei?
Em qual colheita, eu não busquei meu pão e amassei?
Perguntei-lhes a saída e não aguentei, quando jogado aos leões fiquei
Confiei em sombras penantes e rasteiras de um semblante qualquer
Pessoas de carne e ossos rudimentar, o qual travaram uma guerra sem pestenejar
Uma história que não vai mais apagar, muito menos voltar...
Quando um caminho novo eu irei traçar?
Sem mais me questionar?
Um legado não mais singular
Um nó que venho a guardar...
Momentos em que somente preciso desabafar
Para que não me ponha mais a chorar
Pedidos que não mais irão se realizar;
Pois, não mais quero perturbar ou solicitar um novo guiar...
Mesmo que à minha volta, sozinho eu pareça estar
Não posso me desanimar
Nem deixar descansar...
Espero que no fundo de minha alma, eu ainda esteja a nadar
E que minha fé não esteja a voar
Uma dor sublime que insiste em ficar, uma hora ou outra há de dançar junto ao mar
E um novo vento da sorte, venha a piar em meu luar.
Para que um novo adeus eu possa dar... para trás não mais olhar
E um verdadeiro e sincero brilho possa cintilar e eu novamente me perdoar.
Autoria: GabrielMaria
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Autor:
Biel (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de outubro de 2026 19:48
- Categoria: Triste
- Visualizações: 2

Offline)
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