Névoa insistente: Uma alma imprudente.

Gabrielmaria

Névoa insistente: Uma alma imprudente

 

Estátua de uma vida par, antes solitária e sozinha se fez

Guiei-me pelas veredas justas, até um certo ponto

Qual foi meu erro ao caminhar? Onde bati minha cara e não estabilizei?

Em qual colheita, eu não busquei meu pão e amassei?

 

Perguntei-lhes a saída e não aguentei, quando jogado aos leões fiquei 

Confiei em sombras penantes e rasteiras de um semblante qualquer 

Pessoas de carne e ossos rudimentar, o qual travaram uma guerra sem pestenejar

Uma história que não vai mais apagar, muito menos voltar...

 

Quando um caminho novo eu irei traçar?

Sem mais me questionar?

Um legado não mais singular

Um nó que venho a guardar...

 

Momentos em que somente preciso desabafar

Para que não me ponha mais a chorar 

Pedidos que não mais irão se realizar;

Pois, não mais quero perturbar ou solicitar um novo guiar...

 

Mesmo que à minha volta, sozinho eu pareça estar

Não posso me desanimar 

Nem deixar descansar...

 

Espero que no fundo de minha alma, eu ainda esteja a nadar 

E que minha fé não esteja a voar 

Uma dor sublime que insiste em ficar, uma hora ou outra há de dançar junto ao mar 

E um novo vento da sorte, venha a piar em meu luar.

 

Para que um novo adeus eu possa dar... para trás não mais olhar

E um verdadeiro e sincero brilho possa cintilar e eu novamente me perdoar.

 

Autoria: GabrielMaria 

 

 

  • Autor: Biel (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 3 de outubro de 2026 19:48
  • Categoria: Triste
  • Visualizações: 2


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