Singelo amor
escorrega-me pelos dedos
sempre que se faz,
faz-se tão longe.
Quando o alcanço,
se esvai...
Tenho medo
que de tanto tentar
dar-lhe a mão
um dia se vá
para o horizonte,
e eu fique condenado
à tragédia de sempre,
sempre te ver,
mas nunca,
nunca te alcançar.
-
Autor:
F. Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de outubro de 2026 11:00
- Comentário do autor sobre o poema: Essa sensação de que o afeto escapa por entre os dedos, como areia, onde o amor se torna um horizonte infinito: sempre visível, mas eternamente inalcançável.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
- Em coleções: Silêncios.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.