Singelo amor
escorrega-me pelos dedos
sempre que se faz,
faz-se tão longe.
Quando o alcanço,
se esvai...
Tenho medo
que de tanto tentar
dar-lhe a mão
um dia se vá
para o horizonte,
e eu fique condenado
à tragédia de sempre,
sempre te ver,
mas nunca,
nunca te alcançar.
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Autor:
F. Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de outubro de 2026 11:00
- Comentário do autor sobre o poema: Essa sensação de que o afeto escapa por entre os dedos, como areia, onde o amor se torna um horizonte infinito: sempre visível, mas eternamente inalcançável.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 24
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Ayalah Verônica Berg, Maximiliano Skol, Samara A. Ferreira
- Em coleções: Silêncios.

Offline)
Comentários2
O Amor é mola propulsora de tantas coisas nas nossas vidas, amigo poeta.
Você definiu dele a singeleza!
Linda compreensão do amor!
Concordo contigo, obrigado pela leitura e carinho.
Um abraço fraterno,
Parabéns, Francisco! Até lembra Mário Quintana, pela simplicidade e delicadeza dos versos. Diferente do meu estilo, o teu é muito lírico, delicado e sentimental.
Adorei! Parabéns!
Obrigado pelo carinho, caríssimo
É uma honra!
Gosto muito do teu estilo, minha imaginação corre solta...
Um abraço
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