Pensando que descobri.
Como e triste esse meu coração.
Se apaixona sem nem avisar.
Irritando sem mandar recado.
Vigi, ave sô.
Voando na imensidão do vazio.
Sem nada perante o redor.
Inapto a qualquer que seja a conclusão.
Quem sofre e o corpo.
Que havido por um contato chora baixinho.
Não se deixando escutar e contendo se as lagrimas para que o rosto as mesmas nem lavem.
Por motivo dessa questão.
Sou obrigado a seguinte conclusão.
Se gostar dar um jeito de ficar calado.
E se apaixonar.
Fingir que nem e comigo.
Por que afinal.
Nunca vi uma andorinha só fazer verão.
Sr. Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de outubro de 2026 06:39
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 50
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Michel F.M., Queiroz Francisco, Flavia Souza

Offline)
Comentários3
Parabéns pela composição, amigo
Ficou devendo um vídeo de fado, é muito bom te ler ouvindo um.
Abraço, bom final de semana!
Gostei da ideia transmitida !!
Não há amor, sem a entrega mútua de ambos ...
Você pode até ter razão neste temor. Mas,acho que ter a capacidade de se apaixonar é algo belo e significativo. É ser humano. O que não se pode controlar é o sentimento do outro! Às vezes, é bom correr o risco...mas,com os pés fincados no chão!
Eita essa minha amiga, e mais ainda da solidão do que minha.
Risos.
Adsorvido o conselho pes enfincado.
Mas coração livre e solto.
Apegaua.
Assim nos ensina a sabedoria. Aprendamos! Um abraço.
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