Desperta-me, noite,
O sono do dia
Cujo sol arde em minha pele,
Um sonho de 40 graus à sombra.
Desperta-me, noite,
Deixa-me ver tua
Penumbra macia,
Cuida da minha febre
E depois deixa-me dormir em paz
Dentro da tua
Calmaria.
Antonio Olivio
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Autor:
Antonio Olivio (Pseudónimo (
Online) - Publicado: 3 de outubro de 2026 05:01
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 29
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., pedro.viegas

Online)
Comentários2
Que tênue! O poema constrói um jogo sutil de inversões entre dia e noite, sonho e vigíli.
Abraços
Obrigado pelo comentário meu caríssimo Poeta!!!
Ah! Como faz bem ler tua poesia! Ela me lava a alma,embeleza_ me o dia! Benvindo,poeta! Ganhei meu dia!
Que coisa maravilhosa ter o seu comentário sempre tao generoso!!! Sou teu fã!!
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