Desperta-me, noite,
O sono do dia
Cujo sol arde em minha pele,
Um sonho de 40 graus à sombra.
Desperta-me, noite,
Deixa-me ver tua
Penumbra macia,
Cuida da minha febre
E depois deixa-me dormir em paz
Dentro da tua
Calmaria.
Antonio Olivio
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Autor:
Antonio Olivio (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 3 de outubro de 2026 05:01
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 5
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Que tênue! O poema constrói um jogo sutil de inversões entre dia e noite, sonho e vigíli.
Abraços
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