Se ainda me quiseres seu.
Não ande.
Corra e não demore.
E por favor.
Tire da cabeça pensamentos de um mau passo que se deu.
Se for ligeira ainda da tempo por longe não ser o lugar.
E quando chegar.
O portão esta encostado.
O cachorro esta preso libere esse medo do peito que ainda podemos nos relacionar.
Adentre sem dizer nada.
Deixe que nossos lábios ao se espiarem se provem. selando se.
Num beijo tão ou mais gostoso que o primeiro.
E com os batimentos a se normalizar.
Aproveitemos.
Essa oportunidade que a vida nos deu.
Sr. Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 30 de setembro de 2026 07:44
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Queiroz Francisco

Offline)
Comentários1
Muito bonito, amigo!
O amigo é o poeta do coração apaixonado. Gostei da parte de aproveitar as oportunidades, é igual ao ditado do cavalo que passa arriado...
Um abraço em ti, caro Apegaua!
Eita sou da área rural, matuto por indulgencia, mais essa do cavalo arriado, pra mim e nova.
Perguntei ao seu Manoel do estabelecimento comercial, dos secos e molhados, ele disse me para que tome cuidado, pois cavalo arriado lá na terra dele e sinal de azar.
Obrigado amigo pelas lembranças, esfomeado esta dócil como um marimbondo tapa goela.
Abraços para os dai.
Apegaua
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