Querubim, que descende
Deflorado, revira-se
Na encosta
Afogado nas águas
Da mesma praia
Em que me perdi
Onde estão tuas asas
Que não vibram
Absolutas?
Não tardarás, consumado
Qual será a tua prece?
Em línguas ou em bile?
Não, não me ocorre
Que te faças pio
E implore
Ora, volverei
Para longe
Pois não o conheci
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Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 30 de setembro de 2026 06:13
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Epifanias de um Mito.

Offline)
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