Perdão.
era o que dizia
mas como eu me via...
indigno
de fato
e por mais um dia, faço aquilo que odeio
o que eu procurava, era sentir algo alem de receio?
e uma nevoa embala os meus sentidos
se eu escrever sobre estar perdido novamente
¿alivio?
mito.
realmente, sou um iludido
mencionei que estava perdido?
ja hoje escrevo sem pretenção
desde o inicio quis passar alguma emoção
se eu confessar não sentir nada
estaria mentindo?
como sempre, mascaras..
e me preocupo
me escondo
e me espanto ao ser percebido por mim mesmo
"estou mentindo novamente..
hoje esqueci a torneira aberta,
agua escapou, escorria, minutos depois entrei no banheiro
vazou da pia.
e com certeza... mais um motivo, entre os meus tambem sou um incomodo.
se novamente, por algum motivo tolo caísse em plantos, novamente me consolaria?
e eu que espero de tu, nesses meus solitarios dias
que algo fantástico acontecesse, e eu ascendesse.. para onde?
e perdi a esperança, fechei a porta, e tudo perdeu a importância, nada, nada mais importa. "
....
...
e prometeu para si mesmo que jamais falaria de dores..
tolo otimista.
me engano novamente
em um momento, eu estava totalmente crente que..
a ilusão é forte
me enganei por tanto tempo que acreditei que era feliz e forte
e que encontrará meu ponto de retorno
adornava a realidade
efeitava
e me deleitava
vitima não.
o mal tambem praticava
e aquelas flechas que me atravessavam
eu amarrado em arvore, numa publica praça
e jogavam tomates verdes
que assim mais machucavam.
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Autor:
nekodemos (
Offline) - Publicado: 30 de setembro de 2026 00:32
- Comentário do autor sobre o poema: (não consigo não escrever sobre dores e lamentos)
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 3
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- Em coleções: (não consigo não escrever sobre dores e lamentos).

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