Ao certo, o que sonhei
em meu íntimo, foi semente
que amei, mas poderia brotar
mesmo embaixo do concreto?
em meu íntimo, foi semente
que amei, mas poderia brotar
mesmo embaixo do concreto?
O que farei da cova de meus sonhos?
Sei que o sol e a chuva hão de me ajudar,
não há nada que não rachem, não permeiem,
e é por aí meu caminho de broto:
afundar-me mais na terra e ganhar o céu,
aproveitando a dádiva das frestas...
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Autor:
F. Queiroz (Pseudónimo (
Online) - Publicado: 29 de setembro de 2026 16:56
- Comentário do autor sobre o poema: Sonhar é preciso, também é preciso buscar as frestas para realizá-lo.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: Morlock
- Em coleções: Naruteza, Silêncios.

Online)
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