Caminhando pela praça
Vejo muita coisa sem graça
Agora, na vida adulta
Pouca coisa me agrada.
Na infância
Tudo era bonança
Qualquer pedra era joia
Qualquer achado, um tesouro
Tudo o que existia tinha graça.
A vida existia para brincar.
Conforme vamos crescendo
O encanto das coisas
Vai desaparecendo
E o nada passa
A ter mais graça
Do que qualquer coisa
Que nos tira a graça.
-
Autor:
Samara A. Ferreira (
Offline) - Publicado: 28 de setembro de 2026 23:08
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 62
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Ayalah Verônica Berg, Morlock, Flavia Souza, Pacificador

Offline)
Comentários1
Boa composição, Poetisa
Ps.: Acorda a criança, ela ainda mora em ti... E em muitos dos teus poemas já vi a tua criança...
Abraço fraterno
Gratidão, Poeta Queiroz!
Às vezes ela cochila para que eu possa estar ciente de todas as realidades dessa vida.
Já está acordada e me fez contemplar flores de jasmim! Rsrs
Abraço fraterno
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.