Aprendi com a vida a ser só.
Por isso ao cruzar o meu caminho.
Sentisse me mau acompanhado.
Amaldiçoaria o meu destino.
Por me induzir a errar.
Não digo com isso que sou o certo.
E não tenho os meus defeitos.
Mas de uma coisa não abro mão.
Ser amante da simplicidade.
E saber onde estou pisando.
Pois enquanto o mundo a minha volta.
Nem se canca de mudar.
Calmamente de fumo encho o meu cachimbo.
E se nada posso fazer.
Esse e o momento certo.
Para de boas pitadas matar o meu prazer.
Apegaua
-
Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 27 de setembro de 2026 07:16
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 8
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Queiroz Francisco, Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Bom amigo, minha vó pitava cachimbo e me contava historias, todas de gente simples fazendo coisas simples e com muito humor... Que saudades!!!
Um abraço para vocês...
Bom domingo!
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.