Fecho-me em minha mente
vejo tudo tão nítido
a gente conversando
vejo tudo tão nítido
a gente conversando
as mãos dadas
os caminhos
as ressalvas
risos de ver
coisas diferentes
tendo como pano de fundo
pessoas e paisagens
aperitivos petiscados
no gosto dos lábios
ora doce, ora salgado
a vida:
celebrada
consumida
partilhada
um mundinho
tranquilo
de nós dois
desperto-me em ti
o teu cabelo suado
noite bem dormida
levanto-me
na ponta dos pés
contemplo-te
como quem vê
o nascer diário
(...)
E espero-te
pacientemente
para que brigues
por não ter-te
acordado
e sorrias
ao sentir
que o café
já está à mesa
-
Autor:
F. Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 26 de setembro de 2026 11:47
- Comentário do autor sobre o poema: Em celebração ao amor que nasce todos os dias, porque tudo que nasce é sempre novo...
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 10
- Usuários favoritos deste poema: Morlock, Michel F.M., Damião Rodrigues
- Em coleções: Naruteza.

Offline)
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