Se abrir mão da minha liberdade de voar.
E sonhar com novos horizontes.
Que regulamentos haveria de respeitar.
Ou melhor seria toldar a minha vontade.
No fundo só me trancafiando.
Mas que ganhariam com isso.
Pois a inspiração não sendo saciada.
Ego lesionado e a alma acanhada.
A poesia não sendo boba mudaria de lugar.
Ela sabe que.
Vestidos de branco passando como ovelhas.
Escondem suas próprias garras.
As mesmas.
A assassinarem a paz.
E depois dos erros sanados.
E o dito não entendido.
Volto na próxima semana.
Com tudinho mastigado.
Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 26 de setembro de 2026 07:42
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 8
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Queiroz Francisco, Michel F.M.

Offline)
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