Um tempo, sem tempo.
Um luar a beira mar,
numa rua ao virar da esquina,
uma paixão absorvente.
Contida numa magia,
enlouquecida pelos sentidos.
Sem futuro, pensava na loucura,
no terror desta vida.
Havia uma paixão,
tão sufocante, que não havia terno,
para tal ambição,
nos tempos que passavam incompreensíveis.
Na madrugada desonesta,
que sabia sobre o castigo,
por não ser feliz,
desisto no derrame do meu sangue.
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Autor:
mcmomento (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de setembro de 2026 19:17
- Categoria: Amor
- Visualizações: 3
- Em coleções: Poemas de perdição.

Offline)
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