E lá estava novamente
O cerne vivo
Paradoxo, convoluto
Dilemas aparentes
Dissolvendo-se ao toque
De qualquer esmero
Suas mãos eram o cinzel
Sua pele ardendo em chamas
Brancas
Epifania
Que me toma
Amor sem fim
Um eros conciso
Cristalino
Num tema
Meus olhos trincaram
Enlouquecidos, estilhaçados
No advento
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Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 25 de setembro de 2026 06:49
- Categoria: Espiritual
- Visualizações: 3
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Epifanias de um Mito.

Offline)
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