Ora.
Se tendo dito.
Pois que ainda o saibam.
Vos pediria que guardassem o silencio.
Pois tomei ciência e vi.
Que da minha conta são meros detalhes transitivos.
E por tese os deixaria passar.
Pois nem estimaram meus pensamentos.
E já não os saberia pouco mais ou menos a sol a posto do dito.
Se poerei vista dessa que a terra a de comer.
Pois se assim dos méritos o quiser.
Ou se relaxando o destino o permitir.
Sendo o depositário fiel dessa alma.
Que hora penada a vagar por ai.
O que em seus discernimentos aprontar.
Fica esse corpo desacerbado de qualquer culpa
Sacramento e dou fé.
Dessa que a mim foi homologada.
E assim sendo.
Por estorvo nada mais digo.
Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de setembro de 2026 07:55
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 11
- Usuários favoritos deste poema: Apegaua, Michel F.M.

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