Cordeiro de mim
Renegado, enrustido
Que se transviou
Por que choras?
Se há lodo em demasia
Se há vida a desfazer
Compaixões proferidas
Não tem valor
Sobre um leito sujo
Espúrio regozijo há
Em meia dúzia de encantos
Na porfiria dos bordeis
Onde alguém desejou
A si mesmo
Morto
No deleite de um giz
O orvalho mirim
Natimorto
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Autor:
Manoel Reid (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de setembro de 2026 06:50
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 2
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Epifanias de um Mito.

Offline)
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