Sinto tua falta,
e isto jamais há de chegar aos teus ouvidos.
Guardo-te onde se guardam as coisas
que não se confessam,
entre páginas,
à margem de uma carta
que talvez tu nunca lerás.
Não ouso escrever teu nome.
Ainda assim,
ele floresce em cada entrelinha.
-
Autor:
Tória (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 23 de setembro de 2026 00:26
- Categoria: Amor
- Visualizações: 0

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.