Nostalgia Rio Bonitense
(Rio Bonito, 17 de novembro de 2010)
Juliana de Lima
Os campos, por ovelhas esbranquiçados,
eclodem na alma a percepção
de anseios que, arrimados
na nostalgia, apertam meu coração.
Do arvoredo,
da cavalhada correndo,
da passarada, o canto,
das alegrias ao pranto…
À sombra da memória,
a liberdade aqui nascida;
sua paz: minha vida!
Minha primariedade
busca tua glória:
aperfeiçoamento para a eternidade!
© 2010 Juliana de Lima
Todos os direitos reservados.
-
Autor:
Ju Lufada (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 21 de setembro de 2026 10:16
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Ayalah Verônica Berg

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.