Brincar,
Dançar, correr,
Chorar.
Axiologicamente revolução nuclear,
Mas nos banhamos de rios,
E nessa ciranda de escolhas e convicções,
Sou eu quem permaneço no cretáceo.
Como esta noite findará?
Maria dançarei suas toadas mansas,
Enquanto se decorre o barulho das rua,
Onde estamos nós? Dentro de nós? Sós?.
Vesti humildade nos palacetes de outror,
Sedas, pés, olhos e bocas te levam de mim,
Trouxe pouco desse chão de sonhos,
Deixei escapar as mais belas mãos, sem limites.
Ainda estou lá preso, tão livre,
Carrego a culpa do silêncio relativo,
Sem nós, sem cordas, sem metáforas,
Te busco em letras e versos sem amor.
Dois escritores que jamais se entendem,
Somos dois polos, frios e sufocantes,
Corremos em caminhos opostos, aturdidos,
Choramos as mesmas linhas, sem jamais se tocar.
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Autor:
TheLira (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 21 de setembro de 2026 00:02
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 1

Offline)
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