Era você
Dizia o meu outro eu
Mas ele foi e se escondeu
Querendo acreditar que ele não era eu
Uma esperança distante
Que sangra mais que o sangue
Mas não devolve aquilo que prometeu
Como um pedido em restaurante
Que revela a conta adiante
De que esse outro eu morreu
E agora só resta eu
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Autor:
fernandus (
Offline) - Publicado: 18 de setembro de 2026 01:16
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 27
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Ebelac, ondavida amar

Offline)
Comentários1
A tempestade passa quando percebemos que mesmo depois da frustração, da decepção, do sangue derramado, da conta cara, da morte de uma antiga versão do eu, nós ainda existimos, e isso no fim, basta.
Abraço!
S.D.G
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