Ah, se eu pudesse teria
um pescoço de coruja
para ver por outros ângulos
e quem sabe acordasse
um pescoço de coruja
para ver por outros ângulos
e quem sabe acordasse
desse olhar sonâmbulo.
Talvez assim não julgasse
outra pessoa como suja
no mundo que se chama terra.
E quem dela não se empoeira, não se mela
só pode ser de outra esfera!
Talvez assim não julgasse
outra pessoa como suja
no mundo que se chama terra.
E quem dela não se empoeira, não se mela
só pode ser de outra esfera!
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Autor:
Francisco Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 17 de setembro de 2026 09:23
- Comentário do autor sobre o poema: Observando a coruja em meu quintal que me olhava de cima do muro por vários ângulos, antes da visita acabar, nasceu este poema.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Apegaua
- Em coleções: Naruteza, Urbano.

Offline)
Comentários1
Meu presado amigo poeta.
Se houver mesmo essa transformação e o dito cujo se transformar em coruja.
Pode deixar por conta minha e do esfomeado, que damos conta do gato fantasma.
O bichano vai virar um assado de dar água na boca.
Se você esta com vontade de virar coruja, pra que ira querer gato.
Deixa com nos.
Abraços para os dai.
Apegaua
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