Ah, se eu pudesse teria
um pescoço de coruja
para ver por outros ângulos
e quem sabe acordasse
um pescoço de coruja
para ver por outros ângulos
e quem sabe acordasse
desse olhar sonâmbulo.
Talvez assim não julgasse
outra pessoa como suja
no mundo que se chama terra.
E quem dela não se empoeira, não se mela
só pode ser de outra esfera!
Talvez assim não julgasse
outra pessoa como suja
no mundo que se chama terra.
E quem dela não se empoeira, não se mela
só pode ser de outra esfera!
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Autor:
F. Queiroz (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 17 de setembro de 2026 09:23
- Comentário do autor sobre o poema: Observando a coruja em meu quintal que me olhava de cima do muro por vários ângulos, antes da visita acabar, nasceu este poema.
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 50
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Apegaua, Damião Rodrigues, Maximiliano Skol, Morlock, Ayalah Verônica Berg, Samara A. Ferreira
- Em coleções: Naruteza, Urbano.

Offline)
Comentários2
Meu presado amigo poeta.
Se houver mesmo essa transformação e o dito cujo se transformar em coruja.
Pode deixar por conta minha e do esfomeado, que damos conta do gato fantasma.
O bichano vai virar um assado de dar água na boca.
Se você esta com vontade de virar coruja, pra que ira querer gato.
Deixa com nos.
Abraços para os dai.
Apegaua
Desisti da ideia, o Fantasma não gosta de coruja, ainda bem que você me colocou juízo...
Obrigado pela luz, risos...
Abraços em todos daí
A coruja é símbolo de sabedoria, meu prezado amigo Queiroz. Não é à toa que lhe inspirou este seu reflexivo poema.
Fraternal abraço.
Sim, símbolo de sabedoria e astúcia, muito feliz com tua nobre visita...
Um abraço fraterno, caríssimo.
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