Falamos de sonhos concretos,
Que se movem e podem voar,
Devaneios alados, que sussurram
Ao vento e ressoam no ar,
Independente do futuro
Que você acredita ou sente
E de como chegaremos lá.
Para cada trecho encurralado
Das almas cansadas, doentes,
Que nossa bomba cardíaca
Possa enfim inspirar,
O amor pelo humano evocado,
Neste tabuleiro sitiado,
Permutemos egoísmo por humanidade.
Um futuro liberto
Do individualismo,
Que mantém contudo,
A preciosa individualidade.
Não importa o tamanho do fardo,
Fardos existem para se superar.
Combatendo esmagadora opressão,
É lado a lado, o nosso lugar.
Permitamo-nos sentir,
O toque suave do orvalho sereno,
No alvorecer invencível,
Nosso Lufar Eterno.
26/06/22
[Michel F.M. - Revolesia]
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Autor:
Michel F.M. (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 17 de setembro de 2026 05:37
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 10
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Damião Rodrigues, Samara Ferreira
- Em coleções: Revolesia (Volume Único).

Offline)
Comentários3
Gostei do fechamento... Parabéns poeta!
Abraços
De facto amei. Parabéns e continua neste ritmo.
O poema apresenta um manifesto humanista em defesa da empatia, da resistência coletiva e da transformação social.
Boa tarde @
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