Es musa de um poeta,
Que só tem regra e não tem prática,
Que usa e abusa da gramática,
Para te encontrar na frase correta.
Es fonte de luz sobre o mar,
Cadenciado ao crepúsculo do dia,
Induzindo o sol a amar,
A sua própria magia.
Sou genuinamente dor,
Sem a tua beleza não existiria,
Confundido com amor,
Trincheirado na poesia.
Eu sou a mecha de luz no teu cabelo,
Que pela fresta da porta se escondeu,
Tu és mais real que a própria ilusão,
Confundidos pelos olhos meus.
Fazendo festa ao luar,
Pairando onde a estrela cadente se escondeu,
Ah! Como e doce amar,
Pela luz dos olhos teus.
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Autor:
Su (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 16 de setembro de 2026 12:39
- Categoria: Não classificado
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- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
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