Divagar

Lucita_54


Não vida eu sempre divago
Vou a territórios inóspitos da psiquê
Entro e saio dentro de um um minuto
Em questionamentos diversos, eu comigo
Trazendo para dentro de mim tantas pessoas
Gente boa, gente "pessonha",
Gente alegre e gente triste
Seu lá como minha mente
Resiste
A tantas vezes meu eu DIVAGAR...


só há uma coisa
que eu queria,
mas o que queremos,
no final das
contas
não importa.
ser mais solidário
hoje,
do que fui ontem.
nem que fosse
obrigado, a ser egoísta
comigo mesmo.
ser mais solidário
amanhã,
do que já fui um dia.
[Michel F.M.]


Praia vazia ao nascer do sol.
Só o mar batia, forte.
A ninfa maligna dormia
com um sorriso quase feliz.
O vento frio do sul
cortava devagar.
Nas águas escuras,
sereias mentiam na fronha.
Tão perto da verdade
que dava vontade de acordar.
Um corpo passava boiando, 
abanando
um desejo pálido e tranquilo
de afundar lentamente.
As gaivotas sobrevoavam
o paraíso,
como se tudo fosse normal.
[de Verônica Berg]


Nómada, o sentimento alterna entre um e outro,
com pés descalços num verso solto,
mil emoções, mesmo eu sendo tão pouco.
Caminho entre o silêncio e o sufoco,
entre o que sinto e aquilo que não noto,
perco-me no tempo, mas ainda me encontro pouco.
A divagar em pensamento...
[PoetadeMarte]

  • Autores: Lucita (Pseudónimo, Michel F.M., Ayalah Berg, PoetadeMarte
  • Visível: Todos os versos
  • Finalizado: 28 de setembro de 2026 16:30
  • Limite: 15 días
  • Convidados: Público (qualquer usuário pode participar)
  • Comentário do autor sobre o poema: Conte aqui corajosamente se tu também ousada divagar ...
  • Categoria: Reflexão
  • Visualizações: 10
  • Usuários favoritos deste poema: Morlock
Comentários +

Comentários1

  • Lucita_54

    Divagando, seguimos, insistindo em pro seguir...



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