Apenas uma pausa.

Apegaua



Na evolução das palavras, em transito e julgadas.

O elixir que se faz recuar a conciliação quando tudo nos e perdido.

E o avanço do discernimento em total recomposição.

Onde a tenho bem pertinho dos meus olhos.

E que por mérito.

Bem distante das esfomeadas de minhas mãos.

E por não se caber vênia na reclamada.

Pois o destino que se avança habeas data.

Como se uma avalanche de.

Paz.

Vida.

E amor.

Se supera.

Me fazendo calar.

Diante do respeito ao silencio.

E que vou.

Agradecido.

Pela dadiva.

Ao poder de agravo da coisa julgada.

Apegaua

 

  • Autor: Apegaua (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 13 de setembro de 2026 09:18
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 12
  • Usuários favoritos deste poema: Michel F.M., Queiroz Francisco
Comentários +

Comentários1

  • Queiroz Francisco

    Ficou bom por demais, gostei do ritmo dos versos, transitou muito bem... Essa tua face jurídica eu ainda não conhecia... Parabéns, amigo!

    Deu sardinha para o esfomeado? Hoje é domingo, dá uma folga para ele...

    Abraços em todos e um bom restinho de domingo!

    • Apegaua

      Francisco, me sacaneia, pode até me empurrar do telhado, com vinho sardinha e o esfomeado de quebra.
      Mas por favor não me chame de advogado, por que atualmente eles só advogam para si.
      Esfomeado esta de jejum, estava muito gordo na ultima pesada e você adivinhou, sardinha só aos domingo.
      Abraços para você e todos dai.
      Apegaua



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