Pergunta sem resposta.

Apegaua



Cadê você.

Que tanto disse que me amava.

E sem não podia ficar.

Seus beijos que minha boca jamais deixou de marcar.

Será.

Levantaram voo.

Como que se fossem aves de verão.

Desejosa de não mais ficar.

Quem de nos dois errou?

Ou erramos os dois.

Fingindo que tudo ia bem.

Preenchendo se um desafio.

Que por direito.

Nunca confortou nossos desejos.

E agora que faço.

Choro xingo ou reclamo.

Com quem?

Se ao redor só me vejo.

Com medo desse bandido vazio.

Que envolve me em solidão.

Apegaua

  • Autor: Apegaua (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 12 de setembro de 2026 16:30
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 5
Comentários +

Comentários1

  • Sergio Neves

    SERGIO NEVES - ...meu caro amigo...,...lendo esse teu escrito, eu não sei bem "por que cargas d'águas", de pronto me veio à mente o que o Carlos, o Drumond de Andrade, sempre, incrédulo, indaga: -."...e agora, José?"...,...é,...vai ver o teu poema tá, mais ou menos, nessa levada...,...de toda a forma ficou bem interessante a maneira de tu isso expressar... /// Abçs.



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