Na alvorada da noite
No breu silencioso
Depois de espinhos e batalhas
Eu expiava de uma vez
Minha mente, outrora aprisionada
Enfim, agora se libertava
E meus sentimentos,
Recebiam a justiça gloriosa
Nas exéquias, muita gente
Muito mais do que esperava
Mas àquela minha amada
Que em vida me rejeitou...
Será que ela viu meu ataúde?
Talvez sim, talvez não
Gostaria que fosse sim
E lembrasse de meus feitos com ela
Eis a proa da nova fase de vida
Metaforicamente liberto como Brás Cubas
Eis o futuro, não feliz, mas glorioso
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Autor:
Mohammed (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 11 de setembro de 2026 23:56
- Comentário do autor sobre o poema: Talvez seja o meu último poema da coleção \\\"Espólios Póstumos\\\"... ou não.
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.
- Em coleções: Espólios Póstumos.

Offline)
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