A cada ano que se passa, sinto meu próprio mundo sumir.
Me esforço, mas nada faz tanto sentido quanto antes...
Vivo entre as cinzas de uma chama que já queimou florestas em alegria,
Se ao menos algum sentimento aqui fosse real, se para mim, a luz pudesse sorrir.
Os dias parecem repetidos, sinto minha vida andando em voltas eternas,
E eu não posso fazer nada, pois simplesmente olho meu próprio rosto pela janela:
Uma janela tão distante da realidade, tudo que construi, se esvaiu diante a tela.
Vejo toda vez fantasmas da minha vida, que me atormentam e lembram de quem já fui.
Será que eu vou me perdoar um dia? Será que minha vida realmente terá tal brilho;
Tão grande quanto os raios gama do sol? Ou serei mais um esquecido entre bilhões??
Eu simplesmente não sei, porém, essa pergunta é a que mais me atormenta toda noite.
Aviões são aqueles que voam entre os céus mais belos e ricos desta terra,
Embarcações são aquelas que navegam e buscam sentido na vida entre os mares,
Nessa minha vida fria e sem sentidos, acredito sempre que sou um pássaro preso a sua própria fraqueza.
Um peso de emoções ruins, que me sugam cada vitalidade que ainda sobrou de minha alma...
Por favor, espero que essa vida não seja de mentira como penso.
Já me iludo com tais falsidades e crueldade da natureza humana,
Eu quero pelo menos uma vez, enxergar a vida com os olhos de alguém vivo.
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Autor:
Hendrick P. (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 11 de setembro de 2026 17:05
- Comentário do autor sobre o poema: É meu primeiro poema que escrevi e quis enviar ao site, espero ser bem vindo por aqui... Caso eu goste muito das pessoas e o site, pretendo postar meus outros poemas para cá e também criar novos.
- Categoria: Triste
- Visualizações: 2

Offline)
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