O brilho que incomoda,
sem propósito de atenção.
Cada qual vê de onde está.
Uns chamam de horizonte
o limite da própria visão,
outros erguem-se do lúmen
em prova de grandeza.
Caem na prisão.
Quando a própria luz
já não basta
fazem dela mensura,
tragédia esteta:
confundindo a própria posição
com a medida do mundo.
-
Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 11 de setembro de 2026 09:39
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 19
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.