A casca cede.
Não há som no rasgo,
o galho já não é o mesmo.
Quem espera o susto do rugido
engole o peso do estrago:
um silêncio que corta.
O corpo fica.
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Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 10 de setembro de 2026 00:20
- Comentário do autor sobre o poema: 3/3
- Categoria: Surrealista
- Visualizações: 12
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
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