O homem e o gato.

Apegaua



Passavam todos os dia por mim.

Até que dei conta que desapareceram.

Também pudera o gato se chamava fantasma.

E o homem por usar uma capa comprida de chuva.

Deduzi que se chamava Umbral.

Coisas malucas como essa acontece.

Mas para se ver contestar e saber.

A pessoa não pode ser batizada.

Ao nascer não levar palmadas na bunda.

Vai que goste e quando crescer procurar o bis coito.

Se depender de mim para fazer todo esse sacrifício só para ver um homem e um gato passar.

Contrato uma passadeira e exigirei que todas minhas roupas sejam engomadas.

Esse dito e uma homenagem.

Por que o pau que bate em Chico.

Não bate em Francisco por o ter como o protetor de animais.

Apegaua

  • Autor: Apegaua (Pseudónimo (Offline Offline)
  • Publicado: 8 de setembro de 2026 09:05
  • Categoria: Não classificado
  • Visualizações: 8
  • Usuários favoritos deste poema: Francisco Queiroz
Comentários +

Comentários1

  • Francisco Queiroz

    Vixe, até o Fantasma tá na dança, ainda bem que me chamo Francisco, mas já apanhei... De certo pensaram que meu nome era Chico...

    Muito bom, que alegria...
    Vou ver pro Fantasma a noite...

    Abraços e boa semana!



Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.