Lente convexa
espreita o sono profundo.
Sem as vestes do pudor,
as mãos deslizam em toque íntimo,
alheias ao ponto rubro que pisca na sala —
o ar fica registrado.
-
Autor:
Noétrico (
Offline) - Publicado: 7 de setembro de 2026 10:53
- Categoria: Conto
- Visualizações: 10

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.