Dos desejos sonhados.
Nos beijos em nossos lábios perpetuados.
Talvez.
Pelo odor do perfume.
A nos embriagar.
Vontade que falou mais alto.
Quando a própria paixão se calou.
Sem uma explicação aplausível.
E o pecado por si só foi inibido.
Fazendo se da necessidade.
Um bem.
Que quando possível.
Agrade a ambos os lados.
Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 7 de setembro de 2026 08:46
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 34
- Usuários favoritos deste poema: Queiroz Francisco

Offline)
Comentários3
Gostei dos versos, quase uma canção, como você mesmo diz: ficou porreta.
Hoje chuviscou por aqui já é um bom começo...
O meu gato se chama Fantasma, hoje eu tava cochilando na rede ele pulou pra dentro, quase morri de susto, bela dupla Esfomeado e Fantasma, quer um Fantasma para assombrar aí?
Boa semana, abraços em todos daí
Vigi, logo fantasma, tu tá maluco amigo, estou doido para me livrar do esfomeado, me diz uma coisa, quando você sai a trabalhar o fantasma fica sozinho?
O esfomeado fica, ai quando volto, a casa esta que e uma bagunça só.
Abraços.
Apegaua
Oi Francisco.
Bom dia, tinha lhe dado um e mail, [email protected].
Apaga da sua caderneta e anota [email protected].
As voltas com senhas e e mails.
Tenha um bom dia, se gostar de chuva, faça uns furos no guarda chuvas.
Abraços e para o fantasma um reco reco nas costelas.
Diga que foi o esfomeado que mandou.
Apegaua
O poema constrói uma narrativa poética fragmentada sobre o desejo reprimido, o encanto sensorial e o desfecho de uma paixão que não se concretizou do modo esperado, mas encontrou um equilíbrio racional.
Boa tarde, poeta Apegaua.
Boa tarde Leide.
Obrigado pela analise, fiquei contente com sua vinda a minha pagina.
Sua visita e uma honra.
Abraços do apegaua.
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