Poema: O que fica de nós?
Não te prometo dias sem cinzas,
Nem estradas livres de curvas.
Prometo o passo firme ao teu lado,
O abraço que abriga e que curua.
Nem estradas livres de curvas.
Prometo o passo firme ao teu lado,
O abraço que abriga e que curua.
Em ti eu reconheço o meu norte,
O eco bonito de uma calma infinita.
Nos teus olhos, o mundo se acalma,
O eco bonito de uma calma infinita.
Nos teus olhos, o mundo se acalma,
E a vida, de repente, se habita.
Se um dia o tempo pesar nos relógios,
E o vento trouxer algum frio,
Lembra que o meu peito é casa aberta,
Um porto seguro e macio.
E o vento trouxer algum frio,
Lembra que o meu peito é casa aberta,
Um porto seguro e macio.
Te escolho no caos e na rotina,
No riso largo, no olhar mais sincero.
Mais do que um verbo bonito de dita,
É isto o que sou: o bem que te quero.
No riso largo, no olhar mais sincero.
Mais do que um verbo bonito de dita,
É isto o que sou: o bem que te quero.
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Autor:
GINO (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 6 de setembro de 2026 16:37
- Categoria: Amor
- Visualizações: 5

Offline)
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