Um estranho.
És apenas um estranho que paga as contas
Com seus segredos e suas respostas prontas
És apenas um estranho que me afoga na solidão
Triste e desamparada, eu me perco na escuridão
És apenas um estranho que me abraça
Mas com tanta frieza que me amordaça
És apenas um estranho que me deixa na solidão
Mas não quero admitir que o amor é pura ilusão
És apenas um estranho que me acompanha
Como uma nuvem pairando sobre a montanha,
Mas és apenas um estranho que está na solidão
Cheio de ressentimentos e mágoas no coração
Tu és apenas a própria solidão que me faz companhia
Que me aprisiona e me sufoca, vinte e quatro horas por dia.
Karol Sabrina.
-
Autor:
Karol Sabrina (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 6 de setembro de 2026 07:27
- Comentário do autor sobre o poema: É uma reflexão sobre como nos sentimos quando estamos de cara com a solidão,
- Categoria: Reflexão
- Visualizações: 6
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Para poder comentar e avaliar este poema, deve estar registrado. Registrar aqui ou se você já está registrado, login aqui.