Nos encontramos na universidade central da cidade e fomos para o centro da cidade
Encontrar museus e se deparar pelos becos vazios e cheios de gente.
Passando arcos de uma grande construção, onde é de se partir com emoção
Aos laços e embaraços dos teus cabelos e de seus óculos marcantes.
A Vida que no Centro me assustava me deixava longe de tudo.
Passou a ser menos assustador, onde os amantes amam e os malandros dançam.
Me encontrei na malandragem do seu olhar e no dançar das tuas curvas.
Um bar.
Com festa de imagem de uma artista latino-americana.
Logo tu, que és arte em pessoa.
Não sei se é amar mas gosto.
O frio na barriga, o Beijo no pescoço.
O afeto ingênuo de dois adolescentes.
Numa rotina bruta de dois adultos.
Clareia a vastidão do olhar.
Ligado ao mar de suas ondas de sorrisos e olhares.
E quando se volta, no trem da central.
Torço para o trem demorar.
E ficar mais tempo preso no teu calor.
Ó céus que dor .
de chegar e partir.
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Autor:
Arthur Menezes (
Offline) - Publicado: 5 de setembro de 2026 12:21
- Categoria: Amor
- Visualizações: 1
- Em coleções: abstruso.

Offline)
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