Depois de ri bastante.
E que entendi essa história do buraco ser mais lá para baixo.
E agora que já estamos combinado.
Acertados e sacramentados.
Só falta mostrar as caras para apanhar.
Vigi.
Saltei de banda igual a um gato matreiro.
Poço ser ignorante roceiro.
Mas sigo direitinho os preceitos que temos por aqui.
Que o amor não vive de cobrança.
E com um pouco de vontade de compreenção.
Ele o amor.
Mostra as pessoas interessadas que quem cobra já deveu.
Se esqueceu ou nem quis pagar.
Direito investido.
Que cada um e que sabe.
Em que pé.
O sapato novo irá apertar.
Apegaua
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Autor:
Apegaua (Pseudónimo (
Offline) - Publicado: 5 de setembro de 2026 07:16
- Categoria: Não classificado
- Visualizações: 4
- Usuários favoritos deste poema: Michel F.M.

Offline)
Comentários1
Você pega uma insinuação que poderia facilmente ficar vulgar e transforma tudo numa brincadeira de linguagem. “O buraco ser mais lá para baixo” já coloca a malícia na mesa, mas depois você vai desviando o sentido, misturando amor, dívida, cobrança, direito investido e até sapato apertado.
Parabens pelo texto poeta.
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